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Inverter Smart Adaptive: a tecnologia inteligente da Rointe para aquecimento eficiente
0 Inverter Smart Adaptive: a tecnologia inteligente da Rointe para aquecimento eficiente

Com o aumento da procura por soluções energéticas inteligentes e sustentáveis, a tecnologia Inverter Smart Adaptive da Rointe surge como um verdadeiro aliado no conforto térmico com baixo consumo. Esta inovação permite que os equipamentos de aquecimento aprendam com os hábitos do utilizador e ajustem automaticamente o seu funcionamento para otimizar o consumo e manter o conforto.

Presentes em produtos como o novo radiador EoniQ, o renovado Kyros com WiFi e o elegante toalheiro elétrico Neo, os sistemas com tecnologia Inverter Smart Adaptive são ideais para quem quer aquecer a casa de forma eficiente e conectada. Com esta tecnologia, é possível ter controlo absoluto, reduzir custos na fatura de energia e contribuir para um estilo de vida mais sustentável.

Neste artigo, explicamos o que é esta tecnologia, quais os seus benefícios, como pode melhorar o seu dia a dia e como tirar o máximo proveito dos novos equipamentos que a integram. Uma leitura essencial para quem valoriza conforto, eficiência e inovação.

 

O que é a tecnologia Inverter Smart Adaptive?

A tecnologia Inverter Smart Adaptive combina três elementos-chave: compressores inverter, sensores inteligentes e inteligência artificial (IA). O sistema é capaz de:

  • Aprender os padrões de uso e ajustar-se automaticamente.
  • Reduzir o consumo energético sem comprometer o conforto.
  • Manter uma temperatura constante com maior precisão.
  • Adaptar-se a condições externas e ao isolamento do espaço.

É uma evolução face às tecnologias convencionais, pois não apenas reage, mas prevê e antecipa necessidades. Através da app Rointe Nexa, o utilizador pode acompanhar e controlar o funcionamento de forma remota e em tempo real.

 

Benefícios da tecnologia Inverter Smart Adaptive da Rointe

A adoção desta tecnologia traduz-se em vantagens diretas para o utilizador:

  • Redução da fatura energética com otimização do consumo.
  • Maior conforto térmico, com regulação constante da temperatura.
  • Controlo remoto total através da app Rointe Nexa.
  • Programação inteligente com modos adaptados à rotina.
  • Eficiência energética de classe A+ ou superior.
  • Menor impacto ambiental com consumo responsável.
  • Compatibilidade com dispositivos WiFi e atualizações OTA.

Com esta abordagem proativa, o utilizador não precisa de ajustar manualmente o equipamento — ele aprende e gere o conforto por si.

 

Como esta tecnologia pode ajudar no seu dia a dia

Include image:

Vamos a exemplos práticos:

  • 🏡 No lar: o radiador EoniQ ajusta o aquecimento automaticamente ao longo da semana, reduzindo a potência quando deteta ausência prolongada.
  • 🛁 Na casa de banho: o toalheiro Neo liga-se antes da hora habitual do duche, deixando as toalhas secas e a divisão acolhedora.
  • 🧑‍💼 Em ambientes de teletrabalho: o Kyros WiFi aprende os horários e mantém o escritório a uma temperatura ideal sem desperdício energético.

Esta automação permite mais conforto e poupança — sem necessidade de constante intervenção.

 

Boas práticas para maximizar a eficiência dos equipamentos Rointe

Para obter o melhor desempenho da tecnologia Inverter Smart Adaptive, recomendamos:

  • 📱 Utilizar a app Rointe Nexa para gerir zonas e horários personalizados.
  • 🧽 Manter os equipamentos limpos e sem obstáculos para uma circulação eficiente do ar.
  • 📊 Verificar os relatórios de consumo na app para ajustar programações e hábitos.
  • 🌡️ Definir temperaturas confortáveis mas realistas (20–22 °C).
  • 🔄 Atualizar o firmware dos dispositivos sempre que possível.

Estas práticas potenciam as capacidades inteligentes e prolongam a durabilidade dos equipamentos.

 

 

A tecnologia Inverter Smart Adaptive da Rointe representa um avanço significativo no caminho para o conforto inteligente e sustentável. Com soluções como o EoniQ, o novo Kyros WiFi e o toalheiro Neo, é possível transformar a experiência de aquecimento numa jornada eficiente, conectada e adaptada às suas rotinas.

💡 Quer saber mais ou adquirir um destes equipamentos?
Visite a secção de aquecimento da ZEMBE e descubra toda a gama com tecnologia Inverter Smart Adaptive disponível para si.

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LEDS C4 recebe, pelo terceiro ano consecutivo, a Medalha de Ouro EcoVadis
0 LEDS C4 recebe, pelo terceiro ano consecutivo, a Medalha de Ouro EcoVadis

A LEDS C4 volta a destacar-se a nível internacional com a conquista da Medalha de Ouro EcoVadis 2024, uma distinção que reconhece as melhores práticas em sustentabilidade empresarial. Com este feito, a marca posiciona-se no top 5% das empresas mais bem avaliadas globalmente em responsabilidade social corporativa, entre mais de 90.000 organizações analisadas.

 

A avaliação EcoVadis baseia-se em quatro pilares fundamentais: ambiente, direitos humanos e laborais, ética empresarial e compras sustentáveis. O desempenho excecional da LEDS C4 nestas áreas reflete uma estratégia robusta, alinhada com os mais elevados padrões internacionais (GRI e ISO 26000), e um compromisso real com o futuro do planeta.

 

Compromisso com a sustentabilidade

A LEDS C4 tem vindo a implementar soluções concretas para reduzir o seu impacto ambiental:

  • Instalação de painéis solares fotovoltaicos nos seus centros de produção, evitando a emissão de cerca de 131 toneladas de CO₂ por ano;

  • Design ecológico e circular: 87% dos seus luminários são recicláveis e 98% permitem a substituição de componentes como o LED ou o driver, prolongando a vida útil dos produtos;

  • Utilização de materiais reciclados, como o alumínio de baixo impacto carbónico;

  • Digitalização de processos e preferência por fornecedores locais, promovendo economias circulares e reduzindo a pegada de transporte;

  • Implementação de práticas de ética, inclusão social e transparência, com 100% dos contratos de trabalho permanentes e ações de responsabilidade social ativa.

 

Estas iniciativas traduzem-se numa oferta de iluminação mais eficiente, mais durável e alinhada com os objetivos de desenvolvimento sustentável.

 

Uma referência no setor da iluminação

Com mais de 50 anos de experiência, a LEDS C4 continua a inovar com coleções como a linha Circular, Infinite Pro e Infinite Slim, que integram tecnologia de ponta e princípios de ecodesign. A empresa projeta não só para hoje, mas para o amanhã, oferecendo soluções que respeitam o ambiente sem comprometer o desempenho.

 

A Zembe acredita em parcerias com impacto

Na Zembe, acreditamos que a sustentabilidade é mais do que uma tendência, é uma responsabilidade. Por isso, trabalhamos com marcas como a LEDS C4, que partilham o nosso compromisso com a inovação responsável e o desenvolvimento sustentável.

 

Conheça as soluções LEDS C4 disponíveis na Zembe e descubra como pode tornar os seus projetos mais eficientes, sustentáveis e preparados para o futuro.

Data Centers a Opção Híbrida | R&M
0 Data Centers a Opção Híbrida | R&M

Após um ano recorde para a cloud em 2021, os promotores de centros de dados mantiveram o ritmo de desenvolvimento durante 2022 e em 2023. A crescente procura por infraestruturas eficientes, fáceis de operar e escalar está a impulsionar a adopção de soluções convergentes, híbridas e geridas.

 

O crescimento continua em alta

De acordo com um relatório recente da Technavio, o mercado global de centros de dados deverá crescer 615,96 mil milhões de dólares (580,45 mil milhões de francos suíços) entre 2021 e 2026, com uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 21,98%. A Quadintel prevê que o mercado atinja os 6 mil milhões de dólares até 2028, com uma CAGR de 4,5%. Já a Research and Markets aponta para um crescimento global de 73% ao longo dos próximos quatro anos.

 

Este crescimento é sustentado por factores já conhecidos, como o aumento do streaming, do teletrabalho e do ensino à distância, da análise de dados, da IoT, da aprendizagem automática, da inteligência artificial e da digitalização de processos industriais e empresariais. Paralelamente, um número crescente de pequenas e médias empresas está a adoptar tecnologias digitais. Neste contexto, o modelo Data Center as a Service (DCaaS) surge como a evolução natural do Infrastructure as a Service (IaaS).

 

Infraestruturas preparadas para a velocidade

Para responder à crescente procura de largura de banda, as velocidades de 100G e 400G poderão tornar-se o novo padrão mais rapidamente do que se previa. Com a transição para 400G e 800G já em curso, muitos centros de dados estão a avaliar as suas infraestruturas actuais e a planear a sua preparação para o futuro. Enquanto os padrões 40G e 100G exigiam oito fibras em pares paralelos, as velocidades superiores requerem 16 ou 32 pares, aumentando a densidade de cablagem.

 

As arquitecturas estão a evoluir para redes em malha densa, com topologias spine-leaf e soluções EoR/MoR e ToR, que simplificam a gestão da rede e aumentam a capacidade. Caminhos de migração inteligentes, soluções pré-configuradas, produtos optimizados para alta densidade e sistemas de monitorização e gestão de activos serão fundamentais para suportar velocidades de 400G/800G.

 

Com a crescente densidade nos bastidores, a manipulação de cabos torna-se cada vez mais complexa, exigindo soluções que reduzam significativamente o tempo de instalação e garantam a funcionalidade — como é o caso da cablagem pré-terminada e dos novos conectores de fibra push-pull. Armários pré-configurados, integrando energia, refrigeração, segurança e conectividade, permitem uma abordagem modular eficiente, assegurando comunicação entre os elementos da infraestrutura.

 

A tendência da convergência

Muitas aplicações exigem processamento de dados em tempo real, no local ou próximo da origem, para garantir a rapidez e fiabilidade necessárias. Os centros de dados híbridos oferecem uma solução eficaz, combinando infraestruturas locais, virtuais e na cloud, respondendo às necessidades crescentes de escalabilidade e resiliência.

 

Consoante os requisitos de cada organização, é possível combinar centros de dados principais e locais com DCs periféricos (edge). Os servidores físicos estão a ser virtualizados e integrados em redes suportadas por ambientes multi-cloud. Tecnologias de baixa latência, como 5G e IoT, continuarão a fomentar esta evolução.

 

A digitalização está igualmente a promover a convergência entre as tecnologias de informação (TI) e as tecnologias operacionais (OT). Os DCs periféricos são frequentemente instalados em locais com escassez de recursos técnicos especializados. Em muitos casos, os centros de dados de menor dimensão não contam com equipas dedicadas à gestão de instalações, TI ou infraestruturas. A automatização de processos pode ajudar os técnicos no terreno, facilitando operações como alterações, adições e movimentações (MACs).

 

Fibra ótica: a espinha dorsal da conectividade

Ao contrário do cobre, a fibra permite uma migração rápida e eficiente para velocidades superiores. As redes locais podem estabelecer ligações de longa distância através de uma backbone de fibra, assegurando conectividade de alta capacidade entre centros de dados, unidades edge e utilizadores finais.

 

Algumas organizações estão a investir em redes óticas ponto-a-ponto próprias, reduzindo custos e aumentando a flexibilidade e capacidade. A conectividade baseada em fibra está também a interligar um número crescente de micro DCs empresariais.

 

Conhecimento preciso para uma gestão eficaz

À medida que os centros de dados se tornam mais complexos e multifuncionais, a visibilidade precisa e actualizada da infraestrutura torna-se indispensável. Demonstrar o ciclo de vida de activos críticos — como switches ou servidores, é também essencial para efeitos de conformidade.

 

Os operadores procuram garantir que novos serviços são activados com rapidez e funcionam correctamente desde o primeiro momento. Do mesmo modo, os gestores de instalação necessitam de confirmar, com total certeza, a ligação exacta de cada porta para evitar falhas e riscos de segurança.

 

Consumo energético e sustentabilidade

Apesar dos avanços em eficiência, o consumo energético dos centros de dados continua a ser elevado, impulsionado pela crescente adesão à cloud. Segundo a Cisco*, o tráfego IP dos centros de dados na cloud deverá atingir os 19.509 exabytes por ano em 2023, enquanto o tráfego em centros de dados tradicionais será de cerca de 1.046 exabytes por ano. A Allied Market Research estima que o mercado global de energia para centros de dados, avaliado em 11,2 mil milhões de dólares em 2021, alcance os 24 mil milhões até 2031.

 

O consumo energético dos equipamentos de rede está sob vigilância apertada. A pressão sobre as redes eléctricas locais, provocada pela construção ou expansão de centros de dados, poderá tornar-se um critério relevante nos processos de licenciamento. Com o aumento do financiamento público e privado, cresce também a exigência de soluções mais sustentáveis e energeticamente eficientes.

 

As organizações, a nível global, estão a comprometer-se com a redução das suas emissões de CO₂, recorrendo a infraestruturas energeticamente eficientes e boas práticas operacionais. Isto implica monitorização contínua do consumo energético, bem como de variáveis como a temperatura.

 

DCIM: protecção e previsão

Além de aspectos tradicionais como a redução do tempo médio de reparação, manutenção preditiva, eficiência energética e optimização de recursos, a protecção de dados tornou-se um factor decisivo nos sistemas de Data Center Infrastructure Management (DCIM). Até 2025, prevê-se que a geração global de dados ultrapasse os 180 zettabytes — o que representa um crescimento anual de 40%. Este cenário aumenta a exposição a ciberameaças, tornando essencial a monitorização da infraestrutura física e das portas de ligação.

 

De acordo com a Future Market Insights, o mercado global de DCIM deverá atingir os 13,5 mil milhões de dólares até 2032 — um crescimento de 2,8 mil milhões face a 2021. A Research Nester estima que as receitas do sector atinjam os 10 mil milhões até ao final de 2031.

 

À medida que mais funcionalidades são transferidas para a cloud, os sistemas DCIM baseados na cloud ganham protagonismo. A necessidade de dados fiáveis para antecipar requisitos de capacidade continua a ser um dos principais impulsionadores deste segmento.